segunda-feira, 18 de junho de 2018

JC Notícias - Festas juninas promovem comunhão e unidade


O mês de junho é marcado pelas festas juninas. Em muitos lugares o povo costuma se reunir para festejar Santo Antônio, São João Batista, São Pedro e São Paulo. Durante o mês acontece um fenômeno natural interessante: o hemisfério sul tem o dia mais curto e a noite mais longa do ano e no hemisfério norte, o contrário: o dia mais longo e a noite mais curta do ano. Tal fenômeno era motivo de celebrações em meio aos povos antigos: pedia-se colheita farta e agradecia-se as já realizadas.

Em seu artigo “Festas Juninas”, o arcebispo de Porto Alegre, dom Jaime Spengler, afirma que o festejo é marcado por alegria, música, danças típicas, fogueira grande, casamento caipira, bandeirinhas coloridas, fogos de artifício e comidas típicas como rapadura, pinhão, pipoca, quentão e canjica. “Essas festas são oportunidade privilegiada para o encontro de pessoas e recordação de um estilo de vida, por vezes, distante no tempo, mas sempre marcado por saudades, devido à simplicidade, o encontro amigo, a alegria, a partilha, a descontração e a fé”, diz.

Dom Jaime enfatiza também que a festa junina é expressão da obra divina realizada em figuras da tradição cristã. Ele explica que Santo Antônio é invocado especialmente nas dificuldades. São João é aquele que “foi enviado para preparar os caminhos do Senhor”. São Pedro é “a rocha escolhida sobre a qual o Senhor edificou sua Igreja”. São Paulo é “evangelizador intrépido”. “Estes homens, por caminhos distintos, cooperaram e cooperam para que a obra de Jesus continue no tempo. Um intercede nas dificuldades, outro inaugura caminhos, outro é garante da unidade da comunidade de fé, e outro ainda, intrepidamente, vai ao encontro de diversos povos e culturas”, afirma dom Jaime.

Para o arcebispo esses homens são santos e, por isso, são venerados – isto é, merecem respeito, consideração, reconhecimento pelo bem que realizaram ao longo de suas vidas na relação com Deus, no seguimento de Jesus Cristo, no testemunho e anúncio do Evangelho e na relação com os irmãos e irmãs. “Neste período do ano, de um lado, o povo canta, festeja e se diverte, dançando e partilhando pratos típicos. De outro, a comunidade de fé, na liturgia, faz memória de homens que se destacaram no caminho da fé”, salienta.

No encontro com as diversas tradições regionais, segundo dom Jaime, as festas juninas foram adquirindo contornos característicos. “O povo cultiva um sentido, por vezes diluído, que dá unidade a tudo o que existe e sucede na experiência. Este sentido se coloca à disposição de todos através das tradições culturais que representam a hipótese de realidade com que cada ser humano pode olhar o mundo em que vive. Isso se expressa na religiosidade popular! Entretanto, num mundo onde tudo se torna motivo de negócio, até mesmo as tradições culturais e religiosas com sua simplicidade e sabedoria vão perdendo a característica de oferecer significado à vida e ao mundo”, aponta.

Ainda de acordo com o arcebispo, nas festas juninas se expressa o desejo de um mundo melhor, marcado por paz e justiça, fraternidade e concórdia. “Por isso, o povo não se cansa de lutar para superar todo tipo de dificuldades (Santo Antônio); empenha-se por cooperar na preparação de caminhos, em vista de um mundo um pouco melhor para as novas gerações (São João); deseja um fundamento firme sobre o qual possa construir um projeto de nação (São Pedro), ousado e propositivo (São Paulo)”, explica.

Dom Jaime finaliza o seu artigo afirmando que esse tipo de festa expressa, ainda, o desejo humano de confraternização, promovendo comunhão e unidade. “Elas são espaço de cultivo da possibilidade de um mundo transformado, no qual dificuldades imputadas possam ser superadas; bloqueios e empecilhos desfeitos; a unidade, reconstruída; a fraternidade e a paz experimentadas”, conclui.

Fonte:  CNBB

domingo, 17 de junho de 2018

Seção - Oferecimento do dia: Todo o coração


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fereço Jesus, Rei dos meus sonhos, todo o coração que se alimenta de ti na Santa Eucaristia. Quero dizer o quanto tenho esperado para sempre poder ouvir a sua voz de Pastor, vinda ao ser transubstanciado. Amo-te e adoro-te sem reservo, nisso está o meu amor por ti, Senhor! Toma-me por inteiro!

sábado, 16 de junho de 2018

Seção - Homilia do Sacerdote (Mt 5,33-37).


HOMILIA Dia Litúrgico: Sábado X do Tempo Comum
«Seja o vosso sim, sim, e o vosso não, não»

Rev. D. Jordi PASCUAL i Bancells
(Salt, Girona, Espanha)
H

oje Jesus continua a comentar-nos os Mandamentos. Os israelitas tinham um grande respeito para com o nome de Deus, uma veneração sagrada, pois sabiam que o nome se refere à pessoa e Deus merece todo o respeito, toda a honra e toda a gloria, de pensamento, palavra e obras. Por isso —tendo presente que jurar é pôr Deus como testemunha da verdade que dizemos— a Lei mandava-lhes: «‘Não jurarás falso’, mas ‘cumprirás os teus juramentos» (Mt 5,33). Mas Jesus ainda vai aperfeiçoar a Lei (e, portanto, a aperfeiçoar-nos segundo a Lei) e dá um passo mais: « não jureis de modo algum, nem pelo céu (...), nem pela terra (...)» (Mt 5,34). Não que jurar em si mesmo seja mau, mas, são necessárias determinadas condições para que o juramento seja lícito, como por exemplo, que haja uma causa justa, grave, séria (pensemos no caso de um juízo) e que aquilo que se jura seja verdadeiro e bom.

Mas o Senhor ainda nos diz mais: «Seja o vosso sim, sim, e o vosso não, não.» (Mt 5,37). Quer dizer, convida-nos a viver a veracidade em todas as ocasiões, a conformar o nosso pensamento, as nossas palavras e as nossas obras na verdade. Mas, o que é a verdade? É a grande pergunta que já vemos formulada no Evangelho, pela boca de Pilatos, no juízo contra Jesus, à qual tantos pensadores, ao longo dos tempos, procuraram dar resposta. Deus é a Verdade. Quem vive agradando a Deus, cumprindo os seus Mandamentos, vive na Verdade. Diz o santo Cura de Ars: «A razão porque tão poucos cristãos obrem com a exclusiva intenção de agradar a Deus é porque a maior parte deles estão submetidos à mais espantosa ignorância. Meu Deus, quantas boas obras se perdem para o Céu!» Devemos pensar nisto.

É conveniente formarmo-nos, ler o Evangelho e o Catecismo. Depois, viver segundo o que aprendemos.


Evangelho (Mt 5,33-37)

Fonte: Evangeli.net

sexta-feira, 15 de junho de 2018

JC Notícias: A Igreja Coreana promove novena de oração pela paz!


Igreja Coreana promove novena de oração pela paz e clama por unidade entre coreias


A
 Igreja Coreana promove uma novena de oração pela paz e uma conferência pela reconciliação e a unidade das duas Coreias. O anúncio foi feito após o encontro do líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em Singapura, na Ilha de Sentosa, na terça-feira, 12. Na ocasião, eles assinaram em conjunto uma declaração inédita na qual se comprometem a estabelecer relações de paz entre seus povos.

Os dois países “decidiram deixar o passado para trás” e “o mundo verá uma grande mudança”, segundo o líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un. O engajamento com o fim da produção de armas nucleares e a desnuclearização completa da península coreana era uma condição imposta pelos Estados Unidos para a realização do acordo. Além disso, no documento os dois países se comprometem a unir esforços para construir um regime de paz estável e duradouro e a recuperar os restos mortais de prisioneiros de guerras, incluindo a imediata repatriação daqueles já identificados.

O encontro entre os dois líderes foi o ponto alto para os bispos da Coreia lançarem a novena, que deverá ser realizada de 17 a 25 de junho. A proposta é que para cada dia haja uma intenção de oração:   para a cura da separação do povo coreano; para as famílias separadas por causa da guerra coreana; para os irmãos que vivem no Norte; para os refugiados originários do Norte que vivem no Sul; para os políticos do Sul e do Norte; para a evangelização do Norte; para a promoção dos intercâmbios entre o Sul e o Norte; para a verdadeira reconciliação entre o sul e o Norte e para a reunificação pacífica entre o Sul e o Norte.

Fonte: CNBB

quarta-feira, 13 de junho de 2018

Seção - Meditação: A Vida em Cristo


Q
uerido Jesus, tu és o meu Rei, a luz no meu caminho! Transborda minha alma com suas palavras, derramando sobre ela as tuas bênçãos. Nenhum amor é maior do que o seu jeito de amar. A vida só floresce estando ao seu lado. Não vejo as poesias sem a inspiração que vem do teu

terça-feira, 12 de junho de 2018

JC Notícias: Encontro de Mistagogia na Comunidade do Kobrasol - Ministros da Comunhão



A
conteceu no último sábado, 07 de junho, o encontro de mistagogia para as crianças da primeira comunhão que estão se aprofundando no mistério. O encontro iniciou com uma oração pedindo a luz do Espírito Santo, em seguida uma breve apresentação das crianças por seus catequistas, e uma explanação conceitual sobre o que é mistagogia, transmitida pela catequista Fátima Broering.

Após, um aprofundamento no mistério da Sagrada Comunhão, tema este desenvolvido pelos Ministros Extraordinários da Sagrada Comunhão do Kobrasol. O mistério pascal norteou todo o encontro das crianças.

Os ministros conversaram sobre temas importantes do ministério. Num primeiro momento apresentaram a distinção entre o Ministério Ordenado (padres e diáconos) e os Ministros Extraordinários. Logo foram abordadas as atividades do ministro, desde a sua vestimenta até a visita aos doentes. Dentre as questões abordadas destaque para o sacrário, a reserva eucarística, o Santíssimo, jaleco, aspergil, viático (bolsa), teca, sanguíneo, corporal, rito de preparação, Pai Nosso, reverência ao Senhor/Altar, purificação, ambulas e outras. Após a explanação as crianças foram até a sala de purificação aonde algumas informações foram complementadas. 

Ainda houve a leitura de uma passagem do evangelho, um pequeno debate e uma dinâmica sobre o que é a fé.

O encontro terminou com uma benção especial de um sobre o outro. Os ministros se colocaram a disposição para quaisquer dúvidas ou esclarecimentos que possam surgir, as crianças podem procurá-los durante as celebrações. 

Louvado seja Deus por esse encontro!


Colaboração de conteúdo: Juliana Martins Fermino/Pedro Gilberto Fritzen/Ricardo Oliveira/Suzi Mary Hamilka Ipiranga/Laércio Esteves Cordeiro.



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